Centro Israelita | CARTA À COMUNIDADE JUDAICA GAÚCHA
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CARTA À COMUNIDADE JUDAICA GAÚCHA

CARTA À COMUNIDADE JUDAICA GAÚCHA

CARTA À COMUNIDADE JUDAICA GAÚCHA
Centro Israelita Portoalegrense: uma entidade centenária, uma entidade religiosa de respeito. Uma entidade que, pela sua história, respeita as demais entidades do Brasil e do mundo. E que merece o mesmo tratamento.
Em carta recentemente publicizada, assinada pelo presidente do Conselho Geral de Entidades da Federação Israelita do Rio Grande do Sul e subscrita por integrantes do órgão máximo de representatividade da comunidade judaica gaúcha, nota-se o pouco respeito pela história do Centro Israelita.
Ao emitir tal documento, os signatários demonstram desconhecimento de causa. Alheios ao momento vivido pelo Centro Israelita (e pelas demais entidades de nossa comunidade, afetadas pela pandemia), não tiveram a preocupação e o respeito de procurar nossa diretoria para, no mínimo, serem informados a respeito dos altos investimentos feitos nos últimos meses no que tange à segurança de nosso cemitério. Sabemos que houve depredação de túmulos e outros itens de nosso patrimônio e que ainda não foram totalmente reconstituídos; porém, com as medidas tomadas recentemente, o vandalismo vem sendo coibido de modo a ficar no passado. Reconhecemos que melhorias são necessárias e estamos nos esforçando de modo contínuo para isso, na busca diuturna para reverter e prevenir danos. Problemas com os nossos cemitérios? É claro que ocorrem, e procuramos sempre corrigi-los, sabendo da responsabilidade que temos em preservar a memória da nossa comunidade. A propósito, é para isso que trabalhamos de forma incansável.
Acreditamos que a criação de uma nova entidade para administrar nosso inestimável patrimônio, como foi proposto na carta, por óbvio trará aumento de custos aos integrantes da comunidade judaica. É isso uma reengenharia? Temos história, sabemos como fazer isso como nenhuma outra instituição, visto que o Centro Israelita existe e desempenha esse papel há mais de cem anos – e, sim, necessita dos recursos oriundos do cemitério para manter sua administração estável e preservar viva e plena nossa sinagoga.
Não seria mais profícuo se os signatários da carta se colocassem à disposição e se juntassem às equipes já existentes nas entidades religiosas, em um trabalho conjunto, trazendo suas ideias para solucionar os problemas? Com certeza, serão bem-vindos e poderão contribuir muito, se assim o desejarem. Integrando-se às equipes, haverá maior entendimento da real situação, e assim poderemos prosseguir, contornando as dificuldades com maior rapidez.
É importante saber o que deu certo e reconhecer quem está realmente comprometido com a causa da comunidade judaica. Começar do zero é esquecer a história. Contudo, talvez seja esse o desejo de quem externou uma visão equivocada e carente de respeito sobre a nossa instituição e todas as demais que se sentiram atingidas por tal manifestação.
Aos signatários da carta: sintam-se bem-vindos, tragam suas propostas e juntem-se a nós. Críticas sem conhecer a realidade não acrescentam. Despedimo-nos esperando a contribuição dos senhores junto à nossa diretoria o mais breve possível, em benefício da nossa comunidade.
O momento nos pede união. A esse propósito, lembremos que, ao descrever os talos saudáveis no “sonho do trigo” do faraó, diz a Torá: “E vejam, havia sete sadias e boas espigas de grão crescendo num único talo.” (Bereshit 41:5) É revelador perceber que, a respeito das espigas mirradas e ruins, a Torá não menciona que cresciam num único talo. Pode parecer apenas um detalhe sem importância, mas não: ao traçar essa diferença a Torá nos mostra que aquilo que é bom e significativo tende a se fundir e unir-se, tornando-se assim ainda mais forte.
Em tempo, agradecemos à União Israelita Porto Alegrense pela resposta dada à mesma missiva, ecoando antecipadamente nosso sentimento perante seu conteúdo, erguendo a voz em defesa de nossas centenárias instituições religiosas e assim demonstrando genuíno espírito de irmandade entre as sinagogas – espírito esse que, caso se espalhe e venha a abarcar toda a nossa kehilá, certamente frutificará em prosperidade e harmonia. Talvez seja essa a grande reengenharia de que necessitamos.
Assinam: Flavio Lermann, Zelig Prikladnicki, Jacques Tessler, Lia Knijnik, Flávio Shansis, Leonardo Kacman, Cidio Halperin, Enio Pricladnitzki e Solon Nhuch

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